sábado, 17 de agosto de 2013

Uma reflexão sobre alfabetização audiovisual



Já se foi o tempo que aprender a ler, a escrever e saber as operações matemáticas eram apenas habilidades importantes para se inserir na cultura letrada na sociedade.

Agora para se inserir na cultura da sociedade da informação, além das habilidades acima, o sujeito necessita agregar a sua aprendizagem saber se relacionar com as novas tecnologias. O que seria alfabetização digital? Quais são as habilidades necessárias que precisaríamos aprender na educação contemporânea?  




Inicialmente alfabetização digital seria ter um computador e acesso a internet para estar incluído no mundo digital, depois seria a compreensão dos recursos de informática, ou seja, os aplicativos do computador como: editor de texto, planilha ou mesmo o uso do Word etc. 

Para aprendermos as habilidades necessárias para a alfabetização digital,é necessário saber como buscar as fontes de uma pesquisa na internet, selecioná-la para estudo,o que já seria uma habilidade imprescindível. Porém  é preciso esclarecer, que a alfabetização digital acontece, porque vivemos inseridos numa cultura de letramento digital e por isso necessitamos não somente nos relacionar com ela, mas aprender e se inserir neste novo contexto. Observando o diagrama abaixo temos:


a) Criatividade - seria sair do lugar comum pesquisando na internet e encontrar novas possibilidades de criação de trabalho em ambiente virtual.

b) Raciocínio crítico e avaliação - segundo site da Intel o raciocínio crítico envolve a análise e o estudo das informações e é composto por seis traços: interpretação, análise, capacidade de dedução, avaliação, compromisso e 
generalização.

c) Colaboração - seria uma forma de colaboração onde geralmente grandes grupos de pessoas trabalhando independentemente em um mesmo projeto.

d) Compreensão e inserção cultural e social -  No seu sentido mais profundo, é engajar a população m favor do coletivo, de modo que todos sem exceção possam ter acesso à informação.

e) Segurança digital  - Consiste na não violação da confidencialidade integridade e disponibilidade de autenticidade de documentos e dados pessoais.

f) Comunicação eficienteUma comunicação eficiente depende da existência e do aperfeiçoamento contínuo de uma série de atributos pelo orador.

g Habilidades funcionais É o resultado de situações nas quais as crianças têm que aprender em qualquer idade as habilidades correspondentes ao nível de desenvolvimento que apresentam. Ou seja, p ensino através de seqüência de habilidades, em função do desenvolvimento.


h) pesquisar e compartilhar informações na internetQuando o usuário pode compartilhar mais rápido as suas informações facilitada pelo tecnologia digital..



sexta-feira, 9 de agosto de 2013


ENCONTRO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DA FUNDAÇÃO TELEFÔNICA


O encontro internacional de educação aconteceu no dia 08/08/13 na cidade de Salvador – Bahia no Marazul Hotel. O evento foi patrocinado pela Fundação Telefônica VIVO, presente em 16 países e a 13 anos de atuação no Brasil. A filosofia da fundação Telefônica Vivo é usar a tecnologia de forma inovadora para potencializar a aprendizagem e o conhecimento contribuindo com o desenvolvimento pessoal e social.




O evento em Salvador foi o evento de encerramento do Tema 8, liderado pela Venezuela: A educação permanente: aprendizagem formal, informal e não formal teve como objetivo discutir a difusão dos projetos de inclusão digital na educação, principalmente na zona rural do interior do Brasil.  Entre os vários projetos apresentados pela Fundação Telefônica VIVO são oferecidos um cardápio de opções para potencializar a aprendizagem dos alunos eis:

a) Escola Rurais Conectadas




b) Projeto Escola que Inovam





c) Projeto GENTE






d) LUDZ


e) PLINKS



f) KHAN ACADEMY


No processo de Educação Permanente aprendemos da seguinte maneira:


A Educação Permanente na visão de Stephen Downes



Palestra proferida ...


Para Jobs 


São cursos que circulam na rede que podem ser oferecidos por pessoas de várias áreas do conhecimento ou mesmo uma instituição como universidade.



Publico presente bastante atento e participativo ao evento...



O Brasil liderou o Tema 6: Como liderar a mudança nos centros educativos. Vejam a matéria que publicamos no site do Instituto Paramitas:


Referencia:  Equipe do Encontro Internacional de Educação da Fundação Telefônica http://www.encontro.educarede.org.br

domingo, 28 de julho de 2013





      Profª Luz Pearson e Neilton Sena


Clase: Ambientes personales de aprendizage y formación profesional



                                                            






Profº Alejandra Santos e Neilton Sena

Clase: Proyectos estaduales de incorporación de tecnologías en educación

sábado, 27 de julho de 2013





Redes Sociais – Augusto de Franco


Augusto de Franco é escritor, palestrante e consultor. É o criador e um dos netweavers[1] da Escola-de-Redes. Neste vídeo sobre as redes sociais, o tema abordado é sobre “Explorações Imaginativas no espaço e tempo dos fluxos” e começa explicando que o termo “capital social” são as redes sociais, que revelam como as pessoas se comportam.  Para entender melhor o termo, Augusto de Franco fala que Paul Baran[2] trouxe, em 1960, três conceitos de rede para explicar o “capital social”. Categorizou da seguinte maneira:




A)  O padrão centralizado são todos os nodos[3] ligados por conexão ou arestas até o centro e, quando o sistema é afetado, por exemplo, por uma pane, apaga os demais pontos no sistema centralizado.

B)   O padrão descentralizado quer dizer muitos centros conectados entre si e, quando um dos centros for desconectado, sobram os demais. Para exemplificar este diagrama temos as ONGs, empresas, escolas, sindicatos, os partidos políticos, que funcionam neste padrão.

C) O padrão distribuído é um sistema paralelo e descentralizado, conectados por uma rede, ou seja, neste sistema pessoas nas redes sociais podem compartilhar informações de ponto a outro. E o diferencial nesta organização de como os seres humanos se organizam será a cooperação.

Deste movimento surge a nova ciência das redes a explicar como as coisas acontecem no mundo, envolvendo fenômenos como “Clustering” – uma técnica de agrupamentos automáticos de dados segundo seu grau de semelhança, ou seja, tendência de formar aglomerado dentro da rede; o “swarning” capacidade de organização como uma nuvem de insetos – quando, em 2004, aconteceram os atentados em Madri, na Espanha, e as pessoas começaram a se conectar sem que ninguém mandasse, indo às ruas protestar; e o fenômeno “small world phenomenon”, que é o aumento da conectividade entre as pessoas.

 Ou seja, quanto mais aumenta o grau de distribuição da rede social, menor o mundo vai ficando, não em termos geográficos populacionais, mas em termos sociais e, quanto menor em termos sociais o mundo vai ficando, maior é o empoderamento[4] o campo social vai criando, mais capacidade de induzir as pessoas a inovar, a assumir protagonismo e a empreender.

O movimento nas redes sociais não precisa de muita gente, Augusto de Franco afirma que apenas 1% das pessoas conectadas são capazes de capitalizar as redes sociais de maneira coletiva; o capital social ou das redes sociais ao que se interpreta como desenvolvimento.





[1] O termo netweaving (que significa “tecelões”), é aplicado quando uma pessoa colabora com alguém, sem esperar nada em troca. Já no caso do networking, normalmente apenas uma das partes ganha. Acesso disponível em < http://www.domicioneto.com/marketing-digital/netweaving-um-novo-modo-de-pensarfazer-networking/>. Acesso em: 27/07/2013.
[2]  Baran. Paul Baran foi um dos inventores da rede de comutação de pacotes, juntamente com Donald Davies e Leonard Kleinrock Acesso disponível: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Paul_Baran> acessado em:  27/07/2013.
[3] Em redes de comunicação, um nó (em Latin nodus, 'nó') é um ponto de conexão, seja um ponto de redistribuição ou um terminal de comunicação (alguns equipamentos de terminal). Acesso disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%B3_(redes_de_comunica%C3%A7%C3%A3o)> acesso em: 27/07/2013.
[4] Conscientização; criação; socialização do poder entre os cidadãos; conquista da condição e da capacidade de participação; inclusão social e exercício da cidadania.


terça-feira, 23 de julho de 2013

Una teoría del aprendizaje para la era digital






Sobre el autor:

George Siemnens es canadiense. Profesor escritor, investigador y asistente en el Centro de Educación a Distancia. Procesos de aprendizaje teórico en la era digital conocidos como conectivismo.

Una teoría del aprendizaje para la era digital

La idea principal de Siemens (2004) en este trabajo es discutir la relación del conocimiento con el aprendizaje. Para ello, el autor analiza las tres principales la teoría del aprendizaje actual, el conductismo, el cognitivismo y el constructivismo, el más utilizado en entornos institucionales y propone una teoría alternativa propuesta por él conectivismo.

En un principio, el autor presenta una visión general de cómo se enteró hace 40 años, el desarrollo de la información era lenta y el conocimiento aprendido era para toda la vida. Uno de los más persuasivos e ilustrativo colocado por Siemens (2004) es que el conocimiento se ha convertido en obsoletos debido a la aceleración de la información en los últimos tiempos.
Así, Siemens (2004) nombrar algunas de las tendencias relacionadas con el aprendizaje, tales como:
a) Los alumnos se desplazarán a través de diferentes áreas;
b) El aprendizaje informal se considera como parte de nuestra experiencia de aprendizaje;
c) El aprendizaje es continuo y permanente.
Siemens (2004) sostiene que las teorías del aprendizaje apoyan la noción de que el conocimiento es una meta que se puede alcanzar, o se produce a través del razonamiento o la experiencia de los alumnos con el mundo.

Por lo tanto, la teoría del comportamiento que el aprendizaje proviene de tres factores;
a) el comportamiento observable;
b) el comportamiento se centró en elementos simples, estímulos específicos y respuestas;
c) El aprendizaje debe reflejar el cambio de comportamiento.
Ya es la teoría cognitiva destaca el modelo de procesamiento de información por computadora, es decir, el aprendizaje es visto como un proceso de entradas, en las que los registros se interpretan la realidad y el conocimiento se negocia a través de la experiencia y se almacenan en la memoria.
Por último, la teoría constructivista considera que el alumno construye el conocimiento a través de experiencias. El alumno es un recipiente vacío que se llena de conocimiento. Estudiantes de seleccionar y llevar a cabo su propio aprendizaje intentando activamente crear significado.
George Siemens (2004) pone de manifiesto algunas limitaciones comunes en tres teorías de aprendizaje que se presentan hasta el momento. Él dice que las teorías están más preocupados por el proceso real de aprendizaje y no el valor de lo que se está aprendiendo. Ellos ven el aprendizaje como un proceso que ocurre dentro de la persona y no abordan el aprendizaje que se produce fuera de la persona.
La teoría alternativa propuesta por Siemens (2004) - Conectivismo es la integración de los principios explorados por el caos, las teorías de redes de complejidad y autoorganización. Por lo tanto, el autor diseña el aprendizaje del lugar en el que el proceso se produce dentro del entorno despejado donde el cambio de elementos de núcleo. Conectivismo creo que la información cambia constantemente, por lo que es fundamental que el alumno ejercer la capacidad de distinguir entre la información importante y poco importante.
El autor llega a la conclusión mediante el análisis de las implicaciones de la teoría del aprendizaje conexionista como la gestión y el liderazgo para lograr los resultados esperados. En esta sección se señala la necesidad de innovación en las ideas y las habilidades de organización de información de supervivencia. Otro punto es el reto para cualquier teoría del aprendizaje es permitir el conocimiento sabe que el punto de aplicación. Del mismo modo, cuando es necesario el conocimiento, pero no se conoce, la capacidad de "tapón" convertido en vital.

FUENTE: SIEMENS, George. Conectivismo: Una teoría de aprendizaje para la era digital. Disponible en: <http://www.slideshare.net/quimicadobruno/conectivismo-uma-teoria-para-a-era-digital> visitada en 18 de julio de 2013.


quarta-feira, 17 de julho de 2013

Mi ambiente personal de aprendizaje






¿CÓMO APRENDO?

El diagrama anterior refleja la idea de una "araña" con sus seis patas, que construye una red en busca de comida todos los días. Por lo tanto, mi ambiente de aprendizaje comienza por mi nombre Neilton, tejiendo una red de relaciones aprendidas a través de los sentidos, que se muestran en el diagrama de lo que se puede traducir así que hablar, ver, leer, oír, sentir, aprender y desplazar.

PERSONAS
   
La búsqueda del conocimiento es capturado en el diálogo de la vida cotidiana a través de la gente que conozco, ya sean de la familia, el barrio, los amigos, compañeros de trabajo, lugares públicos y compañeros de estudios.

IMÁGENES Y VIDEOS

Visitado por las imágenes y los vídeos en Internet se puede acceder y ver el sitio de búsqueda de Google, que a su vez, ofrece aplicaciones interesantes e interactivas adicionales, tales como YouTube, Google Maps, imágenes, etc. 

TEXTO

También en el mismo entorno virtual puede leer el texto PDF, escuchar música, ver películas, navegar por las imágenes, descargar fotografías y libros.

EDUCACIÓN FORMAL

Parte del aprendizaje también se atribuye a la educación formal que recibí instituciones oficiales les están enseñando desde la escuela primaria hasta la universidad.

ESPACIO FISICOS

Los espacios físicos se compensan en una red de flujos de conocimiento se encuentra en la familia, la iglesia, el trabajo, visitando escuelas, casas de amigos en la ciudad y más allá.

AUDIO

Oigo sonidos diferentes en diferentes lugares tales como: radio, you tube e internet música site "luciérnaga".


Por último, aprender en cada lugar es conocer las herramientas que me ayudan a expandir una red de relaciones que forman otros nuevos conocimientos significativos.



quarta-feira, 3 de julho de 2013

Aspectos sociales e personales de apropriación de TIC en la vida cotidiana


Trabajo pratico: producción de escritura de entrada sobre aspectos sociales e personales de aproprioción de TIC.     

 PRESENTACIÓN

Neilton Batista Sena
Mestría en la Educación
Universidad   del Salvador - USAL

Mi nombre es Neilton Batista Sena. Trabajo en el Municipal de Educação Salvador. Sigo las clases de las escuelas primaria (1 ª a 5 º grado).

Sea parte de la televisión de generación y confesar que hasta el cuarto año de la escuela primaria no era muy aficionado a estudiar, sacaba buenas notas, más me estaba contando los minutos para la campana de la obra escuela para llegar a casa, encender la televisión y ver mis programas favoritos "Ultra hombre "," Giant Robot "," El espacio Avengers ", y de todo el mundo favorito," el hombre del mar ". Viajé en este programa. 

El uso de Internet y sus herramientas como un medio de comunicación, la enseñanza y el aprendizaje de las ideas que buscan construir edificaciones en maestros como vídeos, textos en PDF, imágenes, músicas, direcciones electrónica para la investigación, etc

Apreciados los "jingles" de anuncios que pasan en comerciales de televisión como las "galletas de Tupy", "Mesbla" y "Alimbinha" que delicia! Pero esta juerga sólo se le permitió después de estudiar un poco. "Ah! Me gustaría que la escuela era tan divertido como lo fue en la televisión! "

La escuela no puede ser comparado como un espacio sin interactividad, así como la visión original de la televisión, por el contrario, debe ser un espacio divertivo y prazeros para el aprendizaje y el intercambio de conocimientos espacio trajeron vida cotidiana de los estudiantes.

Si se democratizan las herramientas tecnológicas de información y comunicación en todas las escuelas que cuestionan el respeto de los contenidos de los sujetos tenía un sentido importante si los estudiantes pueden compartir su red de dudas y encontrar respuestas no sólo al profesor, recibiendo las contribuciones de otros agentes educativos, como Mooc, twiter, facebook, e-mail, etc